ARMS é um jogo que foi recebido com desdém por muitos jogadores, em sua segunda apresentação as pessoas começaram a ficar mais otimistas, e após o Global Testpunch, muitos se declararam fãs do sistema do jogo. Hoje em dia os jogos de luta que tem algum teor competitivo sempre incorrem na chance de se tornarem um esporte virtual chamado, eSport. Essas competições geralmente movimentam pequenas fortunas como prêmios e organização e faz com que os jogadores invistam tempo e dinheiro no jogo o qual são profissionais.

Dessa forma é fácil entender o porque de o produtor de ARMS, Kosuke Yabuki, esperar que o jogo tenha esse apelo, apesar dele dizer não ter certeza se esse será o caso. De acordo com o próprio, em entrevista a revista Time, o jogo possui qualidade e complexidade para isto mas não é algo fácil de se prever. Além disso Kosuke lembra que este pode ser o primeiro jogo a utilizar controle de movimentos que consiga penetrar no mercado Hardcore, uma vez que os motion controls são, quase que invariavelmente, para o mercado casual de vídeo games.

Vale lembrar que para se tornar um eSport, entretanto, é necessário que ARMS seja abraçado por um vasto número de jogadores, mas mais do que isso é preciso que estes sejam dedicados a ponto de manter o jogo ativo com pessoas jogando mesmo anos após o seu lançamento. Vejam por exemplo o caso de Super Smash Bros. Melee, um jogo de 2001, continua tendo um suporte gigantesco, muito maior do que SSB Brawl, e ligeiramente menor do que a última versão do jogo, Super Smash Bros 4. Isso mostra que um jogo de qualidade primorosa poderá se manter no foco por muitos anos.

E então vocês acham que é possível? Os fundamentos de ARMS serão o bastante complexos para isso? Enquanto o jogo não lança ficamos no aguardo e na torcida.
Para tudo sobre ARMS, Switch e Nintendo no geral vocês conferem aqui no A Casa do Cogumelo.


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