“Nós realmente queremos que os jogadores se sintam mais conectados e engajados com quem eles são como um jogador. Nós sentimos que isso era algo que os jogadores casuais, que são uma grande parte da nossa base de fãs, iria se beneficiar mais.
Nossa base de fãs é enorme. Cobrimos uma gama tão dramática de pessoas que jogam o nosso jogo que queríamos ser tão inclusivos quanto pudermos com a personalização de personagens. E é aí que a ideia veio. Por que não darmos uma opção de mulheres então.”- produtor executivo Mark Rubin.
Com certeza é uma adição diferencial, mas levando pela lógica, não é comum mulheres lutarem em guerras… Se bem que é Call of Duty, né? Muita coisa lá não faz sentido.
fFonte: Go Nintendo


