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Máquina do Tempo: The Mask

Olá Gamers, é hora de recordar…

Side-scrollings no estilo plataforma foram muito populares na época dos 16 bits, na era de ouro da quinta geração dos consoles.

Lançado em 1995, pela empresa Black Pear Software, sendo este, um exclusivo para Super Nintendo, aproveitando o embalo do filme protagonizado por Jim Carrey.

Enredo

O enredo, assim como o filme e suas animações, não é muito lógico e padrão, nada é apresentado no início, mas sim, algo nos é explicado ao final do game, e olha, não é nada muito padrão…

Dados Técnicos

A jogabilidade é o divisor de águas deste game, já que, devido a exacerbada dificuldade e a impossibilidade de salvar o progresso, poucas pessoas conseguiram fechar o jogo, por conta disso, ele não é atrativo a todos. Seus comandos confusos, inimigos que mesmo fora do campo de visão do personagem tiram dano e ressalto os vilões “overpowers”, tudo dificulta o desenvolvimento do player.

A arte gráfica é interessante, bem animada e insana, muito similar a partes clássicas do desenho animado, dando um ar engraçado ao jogo.

Os sons apesar de não terem destaque algum, em determinadas partes, o game perde a harmonização, lembrando dublagem de novela mexicana.

Ponto Final

The Mask é um game a ser conhecido, com um teor de diversão e nostalgia, especialmente por conta do longa metragem, mas, devido aos sons ruins e a jogabilidade pouco polida, o jogo necessita de paciência, e caso você tenha um cartucho de SNES deste título, recomendo muito a boa apreciação deste interessante título.