Durante as recentes perguntas e respostas dos acionistas da Nintendo, o presidente da empresa, Shuntaro Furukawa, foi questionado sobre o que a gigante dos videogames faria no caso de uma “aquisição hostil” se outra empresa quisesse algumas de suas propriedades intelectuais.
Furukawa respondeu explicando como a Nintendo não adotou nenhuma medida “anti-takeover”, mas se alguma coisa acontecer, ela tem os sistemas necessários para combatê-la:
“Nós não adotamos o que geralmente são chamados de medidas anti-aquisição. No entanto, no caso de enfrentarmos uma aquisição hostil que danificaria o valor da empresa ou o interesse comum dos acionistas da empresa, temos sistemas em vigor, tanto dentro da empresa como em conexão com especialistas externos para tal ocorrência, tomar todas as medidas legais e apropriadas contra ela, mesmo que não tenhamos implementado proativamente medidas preventivas. No futuro, continuaremos investigando como responderíamos a uma aquisição hostil.”
Essa questão já tinha surgido em março, e a Nintendo manteve sua resposta.

