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5 Games Retrô para jogar durante a Quarentena

Olá Gamers…

Vivemos em tempos difíceis, o mundo realmente esta todo de cabeça para baixo, e a nós gamers, só resta o isolamento e a busca por diversão em meio aos tão amados “joguinhos”. Todavia, o valor de tais games tem crescido, valores absurdos que tornam quase impossíveis as compras, especialmente de lançamentos; visto isso, todo bom jogador busca alternativas para se divertir com os games (mesmo sem dinheiro algum) e em boa parte, o universo retrô é acionado para que uma nova aventura seja iniciada. Nós aqui da Casa sabemos disso, então listamos 5 Games Retrô para jogar durante a Quarentena, e é claro, buscaremos fugir dos padrões tradicionais:

Breath of Fire IV


O quarto game da franquia foi um dos que mais ganhou destaque, especialmente por seu enredo e seus belos gráficos. Lançado em Abril de 2000 para PlayStation e PCs pela lendária Capcom, este RPG tornou-se referência para o estilo, junto com tantos outros clássicos.

Este belo RPG de turno trás uma história rodeada de guerras, monstros, demônios e aventuras. Este enredo trata muito com a dualidade entre dois protagonistas que tem seus próprios arcos individuais, muito bem trabalhados e envolventes, e não só com os principais, porém, todos os personagens do game também passam por uma bela construção.

Garou: Mark of the Wolves


Este fantástico game de luta produzido pela SNK em 1999, primeiramente para arcades, depois para consoles da 6ª geração e Mobiles, e para mim, este é o melhor game de luta de todos os tempos. Um jogabilidade simples e fluida, que não entrega extremas dificuldades, mas sim, aprendizado a cada derrota e anseio por derrotar seu adversário.

O jogo é uma continuação direta da série clássica de games de luta Fatal Fury, trazendo personagens que em sua maioria são filhos ou discípulos dos personagens jogáveis do game clássicos, com 12 personagens jogáveis e 2 chefes. Passaram-se dez anos depois da morte de Geese Howard em Real Bout Fatal Fury, trazendo um único personagem da série Fatal Fury, o lutador Terry Bogard, que apresenta um novo visual e agora faz papel secundário na trama.

Star Wars: Episode III – Revenge of the Sith


Como acontece com muito filmes, após seu lançamento, uma enxurrada de jogos saem utilizando ou a história original, ou a temática do longa, e com Star Wars: Episode III, não foi diferente. Ressalto aqui, a versão para Game Boy Advanced, desenvolvida e publicada pela Ubisoft, tendo lançado este maravilhoso Beat’n Up em Maio de 2005.

O game segue a história do filme, dando a possibilidade de jogar tanto com Obwan ou com Anakin, e a cada fase, esta escolha pode ser modificada, tendo pequenas alterações com cada personagem. A jogabilidade é ótima e o que mais chama a atenção é o uso da força, que aqui, faz toda a diferença.

Mighty Final Fight


A Capcom foi a responsável pelo lançamento deste belo game no ano de 1993, originalmente para o “Nintendinho“. O título segue o estilo de jogo dos games mais famosos da série Final Fight, ou seja, é um Beat’em Up, porém, seus personagens são caracterizados de modo mais cômico e cartunesco, um estilo de grafia denominado “chibi“.

Mighty Final Fight segue a mesma ideia da história original do primeiro Final Fight , todo o enredo é muito similar em sua estrutura, porém com um ar mais infantilizado. A gangue Mad Gear, que domina a criminalidade na cidade de Metro City, sequestra Jéssica, a filha do prefeito Haggar . Após ser informado de seu sequestro, o valente prefeito decide ir em busca de sua filha com seus dois amigos, Cody, namorado de Jéssica, e Guy, parceiro de treinamento de Cody.

Elifoot 98


A primeira versão do Elifoot (um clássico game de simulação manager de futebol) surgiu em 1987, criado pelo português André Elias, o objetivo de André era fazer um game multiplayer diferente dos similares da época que eram apenas single player, essa versão nunca foi comercializada. Anos mais tarde, em 1990 surgiu o Elifoot I. Porém, a versão mais conhecida é o Elifoot 1998.

No game o jogador é o manager de um clube de futebol, além de cuidar da parte tática do time também é necessário cuidar da parte financeira da equipe e da infraestrutura. O jogo permite pedir empréstimos, expandir seu estádio, contratar e vender jogadores bem como gerir seus salários.

Ponto Final

Para todos os gamers, os jogos retrô trazem muito mais que a simples nostalgia, mas sim, sensações que não encontramos mais nas atuais gerações. Recordar é sempre maravilhoso, e com a facilidade da emulação, muitos games desconhecidos podem fazer parte de uma bela aventura de quarentena. Caso você, amado leitor, queira conhecer mais sobre jogos das antigas, temos a coluna “Máquina do Tempo” que tenho certeza que você irá adorar conhecer.