Welcome, stranger! Hoje vamos falar de mais um jogaço brasileiro, o jogo da gaúcha Anguis Game Studio, que chegou para a galera que curte sandbox e crafting abrir a carteira rapidinho. Partiu análise.
HISTÓRIA
Rise of Ages é o que o título já diz, a evolução da sua espécie e tecnologia. Você começa o game com um cara do paleolítico onde sua tribo foi destruída e quase todo mundo morto (quem nunca!). Nesse contexto você precisa começar de novo a sua vila (que no futuro vira cidade).
A história é simples e cativante, um meio para um fim, evoluir e construir tudo da forma que você quiser, com diversas quests principais e secundárias de NPCs que vão te mostrando um pouco mais da história do mundo.
GRÁFICOS
A arte é simples e funcional, seu personagem é totalmente customizável na criação, os outros humanos do mundo também são bem diversos. Os animais e feras selvagens são muito bem elaboradas e sua arte satisfaz.
A arte do game não chega a ser genial, mas é sólida e cria um estilo próprio, que resulta na identidade do game. O conjunto dos cenários e toda a obra formam algo maravilhoso, desde planícies e desertos até as florestas e montanhas – em momentos do game você repara que poderiam ser gravuras de um livro de antropologia de escola.
JOGABILIDADE
O jogo ambientado em 2D com controles feitos somente para mouse pode estranhar no início, mas o gameplay se adapta melhor assim, vide Terraria. E com movimentação lateral, coleta com o mouse, bater com arma e esquiva, você tem tudo que a humanidade precisa para evoluir (diz os desenvolvedores).
Para sobreviver, você explora os mapas atrás de recursos variados (pedra, argila, sílex, madeira, etc) e com eles fabrica tudo que precisa: armas, proteção, abrigo, armaduras e utensílios que vão te ajudar a dominar o meio hostil em que vive.
O meio é hostil e surpreendente, cheio de animais que te atacam e ferem para um @&%@Lh8, ao enfrentar uma águia pela primeira vez você entenderá como o humano é frágil na natureza. E claro, por isso mesmo que craftar suas coisas é um dos fatores mais legais do game.
O craft é muito bem elaborado e completo, sendo os itens divididos pelas eras evolutivas e tudo dependendo dos recurso que se encontra pelo mapa, lembrando que os recursos são muito bem selecionados e você não pode trata-los com descaso se não vai morrer!
Ao formar sua vila e cidade você poderá convidar outros humanos para viver nela e apresentar profissões e funções, criando sociedades bem divertidas de interagir, e claro com sociedade também chega a guerra! Você poderá dominar outras tribos através da porrada.
SOM
O som do game é muito bem trabalhado cumpre sua missão com maestria, as músicas não são o foco do game e ficam assim subalternas ao que importa no game. Talvez um pouco mais de ousadia dos desenvolvedores poderiam ter criado uma trilha sonora mais presente.
VEREDITO
Rise of Ages é uma compra garantida para todos os jogadores que curtem o sandbox e jogos de crafting e evolução, e claro para os curiosos do gênero também.
A obra é concisa e consegue mostrar sua estética e alma, mostrando que é um game com muito potencial e que mesmo em Acesso antecipado na Steam já tem muito para nos mostrar. Sendo mais um título br que mostra nosso potencial para o mundo.
Uma cópia do game nos foi cedida pela Anguis Game Studio para fazer essa análise.









