Hello Adventurers, vamos acordar do carnaval, porque é hora de análise!
Hoje lhes trago um jogo um tanto peculiar, Pikuniku, desenvolvido pelo estúdio independente Sectordub, e distribuído pela Devolver Digital, que nos forneceu a chave para análise no Nintendo Switch.
Piku é o personagem desse game, onde Piku é formado por uma “bola” e pés, podendo entrelaçar seu corpo entre as pernas e se tornar uma bola, além de uma força absurda nos pés, esses são suas habilidades.
História

Piku habita uma vila, onde fica distante dos outros habitantes, por ser considerado um monstro, pois as lendas diziam que ele era um caos, quando na verdade se trata de um inofensivo monstrinho querendo fazer amigos.
Nosso monstrinhos desperta após um longo tempo adormecido, e aí começamos nossa jornada, por um mundo colorido sem muitos detalhes, com cores chapadas, cheio de puzzle e missões.
O game nos traz para a realidade um assunto mundialmente conhecido como “Dinheiro, sempre quero mais”.
O grande vilão de Pikuniku é o Sr. Radiante, aparentemente uma ótima pessoa que irá coletar todo o lixo da vila, e dará dinheiro para todos! Todos ficam felizes, até perceber que o Sr. Radiante não está apenas tirando o lixo, como está pegando os recursos básicos, como as árvores e a água. Mas os habitantes estão acostumados com o dinheiro fácil, e com a “boa intenção” do Sr. Radiante, que nem percebem o que está ocorrendo.
Piku descobre aos poucos, e juntando as peças, ele se revolta contra a empresa Radiante Ltda, e atraí seguidores.
Logo o dinheiro dado aos habitantes vai perdendo o seu valor, estava tudo muito fácil, ganhar dinheiro de graça..
Jogabilidade

O legal do game, é que para ajudar os habitantes, e descobrir toda a trama, é preciso interagir com muitos outros personagens. Além do humor envolvido nas conversar, temos muita diversão nos puzzle, como ter que dançar com um robô.
Interações sábias em jogos, sempre me deixam intrigada a continuar, pois todos os outros personagens não estão ali apenas por estar, estão ali por um propósito, de ajudar o personagem principal (e quem está jogando, claro), a seguir em frente.
Gráficos

Ao longo do caminho, nos deparamos com personagens inusitados, como folhas que andam e que as vezes ficam presas nas árvores (WTF?), uma torrada do mau, uma pedra que é viciada em chá e robôs insatisfeitos com o salários.
Em alguns momentos é possível personalizar Piku, por exemplo por óculos escuros para que ele entre numa festa.
Sons
A trilha sonora é bem animada, e os sons emitidos pelos personagens são pouco diversificadas, mas deixa os personagens engraçados falando “Oooh” e escrevendo uma frase..
Veredito
Pikuniku é um jogo “básico”, pois como dito seu cenário não é de muitos detalhes, e a jogabilidade é limitada, tendo o personagem só alguns movimentos (que as vezes travam). Como uma boa história, o que nos faz lembrar muito de grandes empresas parecidas com a Radiante LTDA, a única diferença é que não ganhamos dinheiro, mas todo o resto faz sentido. Custando em torno de R$ 29,99, e proporcionando entre 5 e 6 horas de jogo.

